sábado, 1 de outubro de 2011



Um dia de escola Normal como outros tantos outro, uma conversa entre namorados.


Ele: Porque é que não vieste hoje a escola?
Ela: fui ao médico.
Ele: Porque?
Ela: Consulta de rotina. Então, o que demos hoje em matemática?

Ele: nada demais. Um monte de anotações.
Ela: só?
Ele: sim.
Ela: Posso fazer-te uma pergunta?
Ele: Sim.
Ela: Amas-me?
Ele: sabes que eu te amo mais que tudo. Porque perguntas?
Ela: (…)
Ele: Passa-se alguma coisa?
Ela: Não, nada.
Ele: Está bem.
Ela: Importas-te comigo?
Ele: Eu dava-te o mundo numa batida de coração, se pudesse.
Ela: Davas?
Ele: Claro que dava. (Parecendo preocupado) O que é que se passa?
Ela: Nada, está tudo bem.
Ele: Tens a certeza?
Ela: Tenho.
Ele: Está bem.
Ela: Morrerias por mim?
Ele: Eu lançava-me na frente de uma bala para que ela não te atingisse.
Ela: Mesmo?
Ele: Mesmo. E agora, aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, eu estou bem. Tu estás bem, nós estamos bem. Está todo o mundo bem.
Ela: Tenho que ir. Vejo-te amanhã na escola.
Ele: Está bem. AMO-TE!
Ela: Também, te amo, tchau.


No dia seguinte na escola o namorado pergunta a um amigo seu.


Ele: Viste a minha namorada hoje?
Amigo: Não. E também não a vi, ontem.
Ele: Eu sei, e ela estava estranha comigo ao telefone, ontem.
Amigo: Sabes como é que são as raparigas de vez em quando.
Ele: Sim mas, ela não é assim.

Naquela noite, o telefone toca:


Ela: Estou?
Ele: Olá.
Ela: Ah, olá.
Ele: Porque é que não foste à escola hoje, outra vez?
Ela: Eu tive de ir ao médico.
Ele: Estás doente?
Ela: Olha, tenho que ir a minha mãe está a chamar-me.
Ele: Eu espero.
Ela: Vai demorar, eu ligo-te depois.
Ele: Tudo bem, então. Amo-te.


Ela demora a responder, faz uma longa pausa.


Ela: (chorando) olha, acho que devíamos acabar.
Ele: O que? Porque?
Ela: Acho que é o melhor para os dois, agora.
Ele: Mas, porque?
Ela: amo-te

E desliga o telemóvel, ela não foi a escolas nas três semanas seguintes e não atendeu aos telefonemos dele, então ele fala novamente com um amigo.

Ele: Olá.
Amigo: Já falas-te com a tua ex?
Ele: Não.
Amigo: Tu não sabes?
Ele: Não sei o que?
Amigo: Eu não sou a melhor pessoa para te contar, por isso liga para este número.

E deu-lhe um papel com um número de telemóvel escrito.

Depois da escola ele liga para o número e alguém atende.

Enfermeira: boa tarde, Suppam Country Hospital, daqui é a enfermeira Beckam.
Ele: Ah, desculpe deve ser engano. Estou à procura de uma amiga.
Enfermeira: Qual é o nome dela?

O rapaz da-lhe as informações sobre a ex namorada.

Enfermeira: Sim, este é o número certo. Ela é uma de nossas pacientes.
Ele: É mesmo? O que aconteceu? Ela está bem?

Enfermeira: o quarto dela é o número 646, no prédio A, suite 3.

Ele: O QUE ACONTECEU?
Voz: Por favor, venha cá e veja o senhor mesmo, obrigada.
Ele: Espere! Não!

Mas a enfermeira já tinha desligado, ele foi a correr para o hospital, e ela estava deitada.

Na cama do Quarto, parecia muito fraca.


Ele: Meu deus, tu estás bem?
Ela: (silêncio)
Ele: amor, fala comigo!
Ela: eu.. eu tenho cancro. Estou em suporte de vida.
Ele: Começa logo a chorar
Ela: Eles vão desligar as máquinas hoje à noite.
Ele: Porque?
Ela: Eu queria contar-te, mas não podia.
Ele: E porque?
Ela: Eu não queria magoar-te.
Ele: Tu nunca me irias magoar.
Ela: Eu só queria saber se o que sentias por mim, era forte.
Ele: (…)
Ela: eu amo-te mais do que qualquer coisa. Eu dava-te o mundo numa batida de coração. Eu atirava-me em frente a uma bala para te salvar. Eu morreria por ti.
Ele: (chorando)
Ela: não fiques triste, eu vou amar-te sempre, estando aqui ou não.
Ele: Então porque é que acabas-te comigo?
Enfermeira: jovem, o tempo da visita já acabou.


Ele teve que sair as máquinas de suporte de vida foram desligadas, e sim ela morreu.


Mas o que ele não sabia é que a ela só tinha feito aquelas perguntas, para poder ouvir ele dizer aquelas coisas uma última vez, e ela só terminou com ele porque ela só tinha mais três semanas de vida e pensou que assim causaria menos dor a ele, dando um tempo para ele esquecê-la antes de morrer.

No dia seguinte ele foi encontrado morto com uma arma na mão. E com um papel na outra e dizia:

«Eu disse-lhe que levaria um tiro por ela, assim como ela disse que morreria por mim.»
 

Este texto não foi feito por mim eu apenas me limitei a copiar e a mudar algumas das coisas, isto sim é amor






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